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luca argel

Samba

Samba de Guerrilha faixa a faixa

podcast faixa-a-faixa
Reprodução

O podcast Faixa a Faixa é imperdível para quem quer conhecer como foi o processo artesanal de construção do novo álbum de Luca Argel, Samba de Guerrilha. Na entrevista concedida ao crítico musical Affonso Nunes, o cantor conta todas as inspirações e ideias que passaram por sua cabeça até chegar ao resultado final de cada faixa.

“Luca é um carioca que faz jus àquele antigo verso: o samba mandou me chamar”, diz o jornalista e crítico ao descrever a trajetória do cantautor no mundo do samba.

No podcast Luca, sobretudo, fala sobre o interesse do público português pelos sons do Brasil.

A entrevista pode ser ouvida nas plataformas SpotifyDeezerAnchor CastBox.

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Enfim… A história!

A princípio criado para ser um show, o repertório de Samba de Guerrilha ganhou novos rumos!

Lançado no último mês de fevereiro, o álbum conceitual de regravações está disponível nas plataformas online e, fisicamente, em formato de jornal. Além disso, traz saborosos clássicos do samba em uma narrativa com arranjos reinventados, eletrificados e suingados.

Samba de Guerrilha é, sobretudo, um trabalho de pesquisa. Luca faz um grande ‘apanhado’ de grandes clássicos do samba que contam parte da história do Brasil. A princípio, o repertório foi criado apenas para um show. Mas, na verdade, isso apenas se transformou num ‘insight’ para o nascimento de uma obra histórica.

A edição dos textos e letras do Jornal Samba de Guerrilha – com ilustrações de José Feitor -, inclui código para download do álbum completo.

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Ultraverso _ Samba de Guerrilha

Samba de Guerrilha é uma aula moderna de história do Brasil

Ultraverso_Samba de Guerrilha
Reprodução

Luca Argel conversa com o portal Ultraverso para explicar o universo de criação de seu mais recente disco, o Samba de Guerrilha.

No bate-papo descontraído, o cantor e compositor brasileiro, radicado há quase dez anos no Porto, em Portugal,  avalia como as questões da época da escravidão ainda influenciam a forma de viver e de pensar dos brasileiros.

“Quando a gente ouve samba a gente reconhece nas letras a presença destes mesmos problemas sociais: desigualdade, pobreza, racismo, perseguição”, conta.

Confira abaixo a entrevista exclusiva

Revelações

Analogamente, Luca revela ao Ultraverso que o repertório do álbum foi criado apenas para um show na Associação Cultural no Porto.

“Estávamos bem ali no meio do processo do golpe contra a Dilma (Roussef). Fizeram uma semana para falar sobre o Brasil e me convidaram para me apresentar. E foi aí que tive a ideia de uma espécie de workshow, em que eu tocava sambas políticos e ia contando a história do samba, misturada à história do Brasil. Percorria todo o século XX, desde a abolição até Michel Temer“, explica.

Clique aqui e confira a matéria completa no site

Enfim… A história!

A princípio criado para ser um show, o repertório de Samba de Guerrilha ganhou novos rumos!

Lançado no último mês de fevereiro, o álbum conceitual de regravações está disponível nas plataformas online e, fisicamente, em formato de jornal. Além disso, traz saborosos clássicos do samba em uma narrativa com arranjos reinventados, eletrificados e suingados.

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Luca Argel_Gerador

Samba de Guerrilha: ‘Portador de uma mensagem’

Luca Argel_Gerador
Reprodução

“O propósito principal do Samba de Guerrilha é ser portador de uma mensagem, de várias mensagens, na verdade, que dizem respeito não só ao samba, mas, principalmente, à sociedade, de uma forma geral”, assim Luca Argel apresenta Samba de Guerrilha ao Observador.

Na entrevista conduzida por Flávia Brito, o cantautor revela o processo de construção do novo álbum . Sobretudo, destaca as mensagens passadas pelas músicas, os novos arranjos e participações especiais.

“Acho que este álbum tem uma característica diferente de qualquer coisa que eu já tenha feito, que é essa coisa da narração”, explica Luca.

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Viagem no tempo através do samba

A publicação diz, ainda, que a obra de Luca Argel leva os ouvintes numa viagem através da centenária história do samba ao falar sobre o combate ao racismo, à escravatura e às desigualdades no Brasil.

Lançado no último mês de fevereiro – nas plataformas online e, fisicamente, em formato de jornal – Samba de Guerrilha é um álbum conceitual de regravações. Entre clássicos do samba, assume uma narrativa com arranjos reinventados, eletrificados e suingados.

Segundo o Observador, Samba de Guerrilha não se assume apenas como um disco, mas sim uma obra que reúne múltiplas expressões artísticas em si.

“… a sociedade brasileira como um exemplo, como um estudo de caso, mas que pode servir de aprendizagem para qualquer outra sociedade que tenha na sua história essa experiência da escravatura, a experiência da colonização, a experiência da diáspora, de ter cidadãos oriundos de uma diáspora”, conclui Luca.

RTP Play - Luca Argel

Programa ‘Peças Musicais’ recebe Luca Argel

A RTP Play convida Luca Argel para o programa ‘Peças Musicais’. Em entrevista para Ana Sofia Carvalheda, o músico fala sobre o processo de criação do novo álbum, Samba de Guerrilha.

Além disso, o catautor discorre sobre sobre a importância de se transitar pelas artes.

“Explorar esta interseção entre artes é uma atitude sempre muito fértil para qualquer trabalho artístico, a interação, a contaminação entre diferentes artes”, diz Luca. “No meu caso isso acontece especialmente entre música e literatura, entre sons e a palavra escrita ou falada. E no Samba de Guerrilha essa interseção é fundamental para o álbum acontecer, porque a maior parte dele é texto falado e não cantado. O que eu escrevi, na verdade, nesse álbum foram os textos falados”, conclui.

Por fim, Ana Sofia avalia:

Samba de Guerrilha é um disco muito especial, que parte de um conceito ainda mais especial, que é a possibilidade de se cruzar diferentes artes”.

Clique aqui e Ouça a íntegra da entrevista

Samba de Guerrilha - Observador

Samba de Guerrilha é um ‘álbum ambicioso’

Samba de Guerrilha_Oservador
Reprodução

Samba de Guerrilha é classificado como ‘um álbum ambicioso’ pela rádio Observador. No programa “Isso Não Passa na Rádio”, os apresentadores deram, sobretudo, ao novo álbum de Argel a alcunha de música de intervenção.

“Já tinha gostado muito do Bandeira, e principalmente do Conversa de Fila, registros anteriores bem mais suaves”, disse o editor da rádio, João Alexandre. “E ele aqui decidiu fazer uma coisa  bem mais… ambiciosa. E a coisa ambiciosa que ele fez foi um disco de samba ópera, um bocado inspirado naquela coisa da ópera rock”, completa.

Dessa forma, os comentários sobre Samba de Guerrilha começam a partir de 30:05.

Clique aqui e Ouça a íntegra do programa

Samba_Almanaque

Samba é brincadeira levada a sério

Samba _ Almanaque
Reprodução

Samba de Guerrilha é destaque em entrevista de Luca Argel para a jornalista Monica Bittencourt no programa Almanaque Carioca, da Rádio Roquette Pinto, RJ.

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A princípio, Luca contou como o batuque deixou de ser uma brincadeira de fim de semana para se tornar uma carreira.

“Era só uma brincadeira de fim de semana que acabou ficando séria e se tornando no grupo ‘Samba Sem Fronteiras’, de que eu faço parte e onde trabalho até hoje… e que também só existe porque o público português abraçou muito a ideia”, conta.

Por fim, a descontraída conversa não poderia terminar de outra maneira senão com muita música boa. Confiram!

OUÇA ABAIXO A ENTREVISTA NA ÍNTEGRA:
Batatinha_Anota Bahia

Samba de Guerrilha homenageia compositor baiano

Batatinha _ Anota Bahia
Reprodução

“É proibido sonhar… Então me deixe o direito de sambar”. O verso, forte, é da música Direito de Sambar, do compositor baiano Oscar da Penha, mais conhecido como Batatinha. A música conta a história de um sambista proibido de desfilar em sua escola. Mas ao mesmo tempo pode ser interpretada como um paralelo à opressão ao samba e à cultura negra, no Brasil.

“Os primeiros versos deste samba de Batatinha são um resumo da história do Brasil em dez palavras: “É proibido sonhar, então me deixe o direito de sambar”, conta o cantautor Luca Argel.

Batatinha é considerado um dos maiores compositores da Bahia e também é um dos preferidos de Luca.

“Fui eu mesmo que gravei quase todos os instrumentos do álbum, mas confesso que tive muita dificuldade em fazer o arranjo para esta música. Minha primeira ideia foi criar uma versão em blues, mas acabou não dando certo. Daí pedi ajuda ao Carlos César Motta, que criou e gravou toda a seção de percussões, o que deu o corpo que eu procuravapara esta nova versão”, conta.

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Enfim… A história!

A princípio criado para ser um show, o repertório de Samba de Guerrilha ganhou novos rumos!

Lançado no último mês de fevereiro, o álbum conceitual de regravações está disponível nas plataformas online e, fisicamente, em formato de jornal. Além disso, traz saborosos clássicos do samba em uma narrativa com arranjos reinventados, eletrificados e suingados.

Samba de Guerrilha é, sobretudo, um trabalho de pesquisa. Luca faz um grande ‘apanhado’ de grandes clássicos do samba que contam parte da história do Brasil. A princípio, o repertório foi criado apenas para um show. Mas, na verdade, isso apenas se transformou num ‘insight’ para o nascimento de uma obra histórica.

A edição dos textos e letras do Jornal Samba de Guerrilha – com ilustrações de José Feitor -, inclui código para download do álbum completo.

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Samba de Guerrilha_Sopa Cultural

Luca Argel diz: “O Samba não é só o lado festivo”

Samba de Guerrilha _ Sopa Cultural
Reprodução

Samba de Guerrilha é muito mais do que um disco: junta música, ilustração, narração, poesia. E vem com todo o estofo que o samba pode dar a um álbum que pretende contar a sua história. Assim, o mais novo álbum de Luca Argel, que falou ao Sopa Cultural.

“A ideia é contar uma história, que tem narração em uma linha do tempo. Daí a proposta de editar um jornal e não um álbum de CD, porque assim a gente dá mais visibilidade ao texto, à história e possibilita às pessoas acompanharem tudo com mais detalhes”, explica o cantautor.

Samba de Guerrilha tem participações especiais da rapper portuguesa Telma Tvon, nas narrações, do ator e cantor Átila Bee na faixa Almirante Negro (O Mestre Sala dos Mares), os rappers Vinicius Terra em Virada, e Frankão (a.k.a. O Gringo Sou Eu), no arranjo de Vá Cuidar da Sua Vida. Carlos César está nas percussões do Direito de Sambar, clássico de Batatinha, e a cantora Karla da Silva faz em Uma História Diferente.

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Trabalho histórico

Samba de Guerrilha é, sobretudo, um trabalho de pesquisa. Luca faz um grande ‘apanhado’ de grandes clássicos do samba que contam parte da história do Brasil.

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Samba de Guerrilha ganha espaço no Portugal Rebelde

O Site Portugal Rebelde antecipa o lançamento de Samba de Guerrilha. E enquanto o novo álbum de Luca Argel não chega, a publicação destacou o seu formato digital.

Sobretudo a novidade sobre o formato do álbum, que em vez de um suporte físico, como CD ou vinil, é editado em forma de jornal ilustrado. Samba de Guerrilha também está disponível em plataformas digitais.

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