Luca Argel_Gerador
Reprodução

“O propósito principal do Samba de Guerrilha é ser portador de uma mensagem, de várias mensagens, na verdade, que dizem respeito não só ao samba, mas, principalmente, à sociedade, de uma forma geral”, assim Luca Argel apresenta Samba de Guerrilha ao Observador.

Na entrevista conduzida por Flávia Brito, o cantautor revela o processo de construção do novo álbum . Sobretudo, destaca as mensagens passadas pelas músicas, os novos arranjos e participações especiais.

“Acho que este álbum tem uma característica diferente de qualquer coisa que eu já tenha feito, que é essa coisa da narração”, explica Luca.

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Viagem no tempo através do samba

A publicação diz, ainda, que a obra de Luca Argel leva os ouvintes numa viagem através da centenária história do samba ao falar sobre o combate ao racismo, à escravatura e às desigualdades no Brasil.

Lançado no último mês de fevereiro – nas plataformas online e, fisicamente, em formato de jornal – Samba de Guerrilha é um álbum conceitual de regravações. Entre clássicos do samba, assume uma narrativa com arranjos reinventados, eletrificados e suingados.

Segundo o Observador, Samba de Guerrilha não se assume apenas como um disco, mas sim uma obra que reúne múltiplas expressões artísticas em si.

“… a sociedade brasileira como um exemplo, como um estudo de caso, mas que pode servir de aprendizagem para qualquer outra sociedade que tenha na sua história essa experiência da escravatura, a experiência da colonização, a experiência da diáspora, de ter cidadãos oriundos de uma diáspora”, conclui Luca.


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