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Clipping

Agoniza mas não morre - Cult Magazine

Luca Argel lança releitura do clássico ‘Agoniza mas não morre’

O lyric video (acima) de Agoniza mas não morre, lançado por Luca Argel duas semanas após o álbum Samba de Guerrilha, é uma forma de agradecer “a todos os que embarcaram na epopeia cantada e narrada neste ‘samba opera’. ”

A declaração é do próprio Luca, em entrevista à Cult Magazine.

“Estou ainda comovido em receber diariamente reações positivas pelo Samba de Guerrilha, encomendas do jornal vindas de dentro e fora de Portugal, e tudo isso deixa-me cada vez mais certo do privilégio que é poder emprestar minha voz a estes compositores e a estas histórias. A palavra deles é poderosa. Agoniza, mas não morre, não se apaga.”

A música é um samba de 1979 de Nelson Sargento, um dos grandes nomes do samba brasileiro e que em 2021 vai completar 97 anos.

“O samba é poesia musicada, para contar o que ninguém quer ver na hora, mas que depois vira história”, diz Nelson Sargento.

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Enfim… A História do Samba!

Lançado em fevereiro, Samba de Guerrilha e traz regravações de grandes clássicos do samba. O mote do novo trabalho de Luca Argel é, aliás, é o samba. Na verdade, ele é o personagem que conduz toda narrativa do disco. O ritmo é apresentado como um elemento de resistência, de registro histórico, e como um fio que conecta várias culturas existentes no Brasil.

Primeiramente, Luca lançou o single Almirante Negro, uma regravação do clássico composto por Aldir Blanc e João Bosco.  A música e o clipe foram lançados no dia 22 de novembro, dia em que se comemora os 110 anos da Revolta da Chibata. Agora é Pesadelo que é apresentada ao público antes do trabalho ser lançado por completo!

A princípio lançado faixa por faixa, o álbum já começa a ganhar mundo! Além disso, tem chamado atenção da crítica especializada.

Samba de Guerrilha é um minucioso trabalho de pesquisa de repertório que se propõe a fazer um relato histórico através do samba.

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Luca Argel_Gerador

Samba de Guerrilha: ‘Portador de uma mensagem’

Luca Argel_Gerador
Reprodução

“O propósito principal do Samba de Guerrilha é ser portador de uma mensagem, de várias mensagens, na verdade, que dizem respeito não só ao samba, mas, principalmente, à sociedade, de uma forma geral”, assim Luca Argel apresenta Samba de Guerrilha ao Observador.

Na entrevista conduzida por Flávia Brito, o cantautor revela o processo de construção do novo álbum . Sobretudo, destaca as mensagens passadas pelas músicas, os novos arranjos e participações especiais.

“Acho que este álbum tem uma característica diferente de qualquer coisa que eu já tenha feito, que é essa coisa da narração”, explica Luca.

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Viagem no tempo através do samba

A publicação diz, ainda, que a obra de Luca Argel leva os ouvintes numa viagem através da centenária história do samba ao falar sobre o combate ao racismo, à escravatura e às desigualdades no Brasil.

Lançado no último mês de fevereiro – nas plataformas online e, fisicamente, em formato de jornal – Samba de Guerrilha é um álbum conceitual de regravações. Entre clássicos do samba, assume uma narrativa com arranjos reinventados, eletrificados e suingados.

Segundo o Observador, Samba de Guerrilha não se assume apenas como um disco, mas sim uma obra que reúne múltiplas expressões artísticas em si.

“… a sociedade brasileira como um exemplo, como um estudo de caso, mas que pode servir de aprendizagem para qualquer outra sociedade que tenha na sua história essa experiência da escravatura, a experiência da colonização, a experiência da diáspora, de ter cidadãos oriundos de uma diáspora”, conclui Luca.

Alfredo Português_Luca Argel

Luca Argel traz uma aula de história ao ritmo do samba

Luca Argel fala sobre Samba de Guerrilha no Diário de Notícias, PT. E, durante entrevista ao repórter Miguel Judas, o músico conta sobretudo curiosidades sobre alguns sambas regravados no novo álbum.

Ele revela, por exemplo, que a letra de Samba do Operário (Alfredo Português e Cartola) foi escrita durante o período da Ditadura de Salazar. Na obra de Luca, todavia, a canção ganhou arranjo completamente diferente do original.

Como curiosidade, vale destacar que Alfredo Português se mudou para o Brasil como contratado da Marinha Mercante Brasileira. Morou no Morro da Mangueira, no Rio de Janeiro, frequentando, assim, as rodas de samba. O caminho inverso de Luca, que atualmente leva o seu samba para Portugal.

Clique aqui e leia a reportagem na íntegra (apenas para assinantes do DN)

Álbum para ouvir e ler

O repertório passa por muitas “encarnações”. O álbum é uma compilação de sambas que marcam posição em situações difíceis enfrentadas pelos brasileiros. A concepção do trabalho foi realizado por anos, em shows, seminários e apresentações em que Luca contava à plateia as histórias dos bastidores do samba.  Antes de tudo, este é um trabalho de resistência!

“São assuntos que dizem respeito à história do samba, à história do Brasil e da política, das quais o samba foi testemunha”, conta Luca. “E eu, desde quando comecei a trabalhar com samba sempre tive muito interesse em estudar o samba; e transmitir isso às pessoas.”

RTP Play - Luca Argel

Programa ‘Peças Musicais’ recebe Luca Argel

A RTP Play convida Luca Argel para o programa ‘Peças Musicais’. Em entrevista para Ana Sofia Carvalheda, o músico fala sobre o processo de criação do novo álbum, Samba de Guerrilha.

Além disso, o catautor discorre sobre sobre a importância de se transitar pelas artes.

“Explorar esta interseção entre artes é uma atitude sempre muito fértil para qualquer trabalho artístico, a interação, a contaminação entre diferentes artes”, diz Luca. “No meu caso isso acontece especialmente entre música e literatura, entre sons e a palavra escrita ou falada. E no Samba de Guerrilha essa interseção é fundamental para o álbum acontecer, porque a maior parte dele é texto falado e não cantado. O que eu escrevi, na verdade, nesse álbum foram os textos falados”, conclui.

Por fim, Ana Sofia avalia:

Samba de Guerrilha é um disco muito especial, que parte de um conceito ainda mais especial, que é a possibilidade de se cruzar diferentes artes”.

Clique aqui e Ouça a íntegra da entrevista

Samba de Guerrilha - Observador

Samba de Guerrilha é um ‘álbum ambicioso’

Samba de Guerrilha_Oservador
Reprodução

Samba de Guerrilha é classificado como ‘um álbum ambicioso’ pela rádio Observador. No programa “Isso Não Passa na Rádio”, os apresentadores deram, sobretudo, ao novo álbum de Argel a alcunha de música de intervenção.

“Já tinha gostado muito do Bandeira, e principalmente do Conversa de Fila, registros anteriores bem mais suaves”, disse o editor da rádio, João Alexandre. “E ele aqui decidiu fazer uma coisa  bem mais… ambiciosa. E a coisa ambiciosa que ele fez foi um disco de samba ópera, um bocado inspirado naquela coisa da ópera rock”, completa.

Dessa forma, os comentários sobre Samba de Guerrilha começam a partir de 30:05.

Clique aqui e Ouça a íntegra do programa

Portugarte

Luca Argel: Samba sem medo e sem freio

Portugarte_Luca Argel
Reprodução

O site Portugarte promove um atrativo bate-papo entre Luca Argel e o jornalista João Miranda. O podcast fala sobre sambas de 130 anos com versões novas, eletrificadas e exclusivas para Samba de Guerrilha.

“Seria impossível afirmar que este é um disco qualquer, porque não é. Samba de Guerrilha“, afirma o apresentador.

Segundo João, o novo trabalho de Argel é, sobretudo, ‘um álbum conceitual, político, feito de versões de sambas que deram seu contributo para luta contra a desigualdade e contra o racismo no Brasil’.

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Além disso, o Portugarte classifica Samba de Guerrilha como ‘um dos melhores álbuns do ano’.

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Samba de Guerrilha_Revista-Visão

Uma ópera samba em três atos

Samba de Guerrilha_Revista-Visão
Reprodução

Samba de Guerrilha ganha análise elogiosa do colunista Miguel Judas na Revista Visão.

O texto cita as versões arrojadas e inovadoras dos clássicos do samba e destaca a forma de narrativa, costurada por textos que indicam o contexto em que cada samba foi escrito. Além disso, destaca o quanto as velhas questões dos tempos coloniais continuam a se refletir e a condicionar a vida de milhões de pessoas.

“As faixas são antecedidas por uma narração que contextualiza histórica e socialmente cada momento – na voz da rapper luso-angolana Telma Tvon. O contraste entre a voz que canta, de um homem branco brasileiro, e e a que conta, de uma mulher negra e africana é ‘bastante simbólico’, além de resultar muito bem”, avalia o colunista.

Ópera por analogia

Segundo o jornalista,  Samba de Guerrilha foi pensado sobretudo como “uma ópera samba dividida em três atos, através da qual se conta a História do Brasil”.

“Música e literatura cruzam-se nesta “ópera samba”, criada pelo artista carioca”, decreta o colunista.

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Enfim… A história!

A princípio criado para ser um show, o repertório de Samba de Guerrilha ganhou novos rumos!

Lançado no último mês de fevereiro, o álbum conceitual de regravações está disponível nas plataformas online e, fisicamente, em formato de jornal. Além disso, traz saborosos clássicos do samba em uma narrativa com arranjos reinventados, eletrificados e suingados.

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Luca Argel_Look

À Conversa com Luca Argel

Luca Argel_LookMag
Reprodução

À Conversa recebe o cantor e compositor Luca Argel . No programa, o cantautor conta como se apaixonou pela cidade do Porto, que escolheu como residência há quase dez anos.

Durante a conversa com Sandra Pinto, ele também fala sobre sua admiração por artistas brasileiros, como Aldir Blanc e Elis Regina. Além disso, explica a escolha do nome do seu novo álbum, Samba de Guerrilha.

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Samba_Almanaque

Samba é brincadeira levada a sério

Samba _ Almanaque
Reprodução

Samba de Guerrilha é destaque em entrevista de Luca Argel para a jornalista Monica Bittencourt no programa Almanaque Carioca, da Rádio Roquette Pinto, RJ.

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A princípio, Luca contou como o batuque deixou de ser uma brincadeira de fim de semana para se tornar uma carreira.

“Era só uma brincadeira de fim de semana que acabou ficando séria e se tornando no grupo ‘Samba Sem Fronteiras’, de que eu faço parte e onde trabalho até hoje… e que também só existe porque o público português abraçou muito a ideia”, conta.

Por fim, a descontraída conversa não poderia terminar de outra maneira senão com muita música boa. Confiram!

OUÇA ABAIXO A ENTREVISTA NA ÍNTEGRA: